me ia maria
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Minha Marianazinha é dormente de luz potente da máfia em prole dutra rodovia . E eu não dumo nenhum dia .
Aviso: o avatar do blog foi calmamente delineado pela figura James White de 20 anos de idade que estuda Ilustração em Camberwell, sua cor favorita é laranja e seu animal preferido é uma raposa .
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A sensibilidade não pretende enraizar suas espécimes em mim já que a percepção se mantém objetiva e desperta. Falta calmaria que me impregne das suas táticas, falta oxigênio que me largue em profunda selvageria .
nada mais inexato do que eu, adversa
não há burrice que me deixa
não há inteligência que me faça
não há destreza que me marca
não há letra que me esconda
não há sangue que me supra
não há sono que me durma
não há cansaço que me curva
somos a subjetividade do tempo
somos a esfera atenuante e efêmera que transcende
somos a resposta das perguntas nunca feitas
somos a somatória dos desdenhos
somos a escorva que permuta e escorre tenro
não sustento o corpo que me carrega
dele dissolvi a memória interna
dele despi a nudez austera
fluiu uma parte cega
aparente tolera
a vividez
mera
noite que me instala
tormentei-me
sem me sentir
sem me estar
não sei se sei.
não sei saber se sei.
se pude,
se rude,
de mim
por mim
tomei.
andei me apaixonando pelos cantos da estrada
e um tanto quanto percebi a utilidade de um nada
varrer aquela placa empoeirada
não quis nem deixar-me num gosto de noz-moscada,
ao menos seria cala-miar as malas mal atadas
de escala a escalada
seria eu prender os dedos numa só ala
Oi mundo… me fingi de morto e agora ressuscitei a vida …é bom monologar outra vez, e ouvir o gemido das teclas do alfabeto computacional… me ia… não vou mais .
